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sábado, 18 de maio de 2013

Uma linha que sonha...



Pensando bem, uma linha sonha. Ver uma pessoa desenhando ou rabiscando, sempre tenho esta impressão: a linha sonha. E sai por aí, de lápis, caneta, aquarela. Colorida ou não.
Magia pura. Já observou os desenhos de Paul Klee, Steinberg, Van Gogh, Picasso?
Você sempre quer revê-los. Vai que esqueceu de algum detalhe que faz diferença e passou desapercebido...
Então a linha brinca nos papéis e com eles. E passeia também, nos desenhos de Paul Klee, Você não sabe onde ela começa e nem onde termina. E é um desenho maravilhoso, que você vê e revê inúmeras vezes.
E Steinberg? Aí a linha sonha, inventa histórias. O verbal e o lúdico se misturam. Como assim? Assim mesmo. E o encanto continua nas palavras que se transformam em desenhos e vice-versa. 

Assim a linha vai sonhando e se reinventando interminavelmente.  Até se transforma em letras que você está lendo agora. É ou não é um sonho?

Anny (@Annyllinha)

domingo, 20 de junho de 2010

As possibilidades da arte...

Você já experimentou fazer um desenho a dois? Pois este é um desenho parecido com  uma  conversa. Onde as cores e  as  formas foram  ganhando  movimento, intensidade conforme  o desenrolar do  desenho. Foi fantástico  perceber  como fazer isto com uma criança que está aprendendo a escrever.  A  intensidde das cores  foi determinada  por ele. Eu não teria tanta espontaneidade. Acho que  foi  isto que encantou  grandes artistas...Experimente.  Você vai   se espantar com as possibilidades  da arte: de encontrar um diálogo onde você pensa que ele não é  possiível...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Redefinindo a linha...


Crédito para o desenho.

Pode ser a linha de contorno, do horizonte...o primeiros desenhos nunca ou quase nunca, são os definitivos. Existe sempre um esboço, um esquema feito no papel ou mentalmente.
Fico intrigada como desenhar parece muito, muito com situações vividas ou ensaiadas. -Aprendemos a lidar com as situações de uma só vez? Não.
-Apredemos a desenhar de um dia para o outro? Não.
E isto vale para tudo. Tudo mesmo. Estamos sempre aprendendo. Sempre. Mesmo que seja uma coisa que amamos fazer. Há sempre um detalhe, a ser acrescentado. Assim, para mim a vida é sempre um desenho incomleto...
-Existem dificuldades? Claro, às vezes não sabemos para que lado ir. E como não sabemos tudo, quer dizer ainda não descobrimos as respostas, bate uma insegurança...
O desafio me faz fazer e refazer até acertar. A insistência é que me faz chegar ao meu objetivo e me esqueço sempre disto. (Santa ignorância!) O bom é que posso retornar e retornar até que o desenho me satisfaça. E por aí vou aprendendeo a ter paciência comigo (pricipalmente) e compreender que é preciso dar um passo de cada vez...Lembra? Para aprender a andar foi assim. Escrever também. Então...

Beijos.
Anny(@Annyllinha)